Nunca na história do planeta Terra, temos estado no Ocidente, tão longe de nutrição natural, desde o ponto de fisiológico, anatómico, psicológico e até mesmo religioso.
A alimentação atual com comestíveis mortos, ou muito processados com produtos químicos, introduzidos com elementos transgénicos e nutrientes irradiados, condiciona o estado da doença de hoje em dia num mal chamado primeiro mundo. Estas características mencionadas, juntamente com o excesso de comida ingerido pelo nosso subtil corpo, stress, excesso de trabalho, pouco descanso são a origem da primeiro causa de morte no nosso meio.
Infelizmente, quem tem que legislar para neutralizar esta situação é cúmplice dos poderes establecidos o que torna inútil em muitos casos o esforço dos seres humanos humanizados que desejam desde a sua alma bondosa o bem de uma civilização em sofrimento, condicionado, anestesiada e muitas vezes mecanizada.
Mas não faz falta mais livros dos que já existem. Desde os tempos antigos, que os grandes mestres, como Confúcio, Lao-tsé, Jesus, Buda, Zoroastro, Pitágoras, Seneca, Sócrates, Hipócrates, mostraram a mesma mensagem de forma diferente, dependendo da latitude onde a lei os mandou encarnar, isto é: “Que o alimento seja a vossa medicina” ou “somos o que comemos” ou mesmo “Cuida com o bom alimento natural o vosso corpo, pois este é o templo do Espírito”.
Não há nada de novo baixo o sol! Alimentemo-nos bem e amemos.
